28/07/2011

Restaurante Borsalino - Rio de Janeiro

             Depois de exatos 2 anos, retornei ao Borsalino. Localizado na Barra da Tijuca, numa pequena praça de uma rua sem saída, com direito a chafariz, o Borsalino  não é o tipo de restaurante que todo mundo ouviu falar. Talvez  graças à sua localização. Não que seja dificil chegar até ele. Mas como a rua é sem saída, dificilmente você o conheceria passando de carro ou a pé. O ambiente é bem agradável e reservado. Ponto negativo apenas para os banheiros no segundo piso.




              O nome "Borsalino"  vem da homônima fábrica italiana de chapéus que, de tão famosa, acabou por emprestar, em alguns lugares,  o próprio nome a um dos modelos por ela fabricado.
              A cozinha do restaurante, por dedução, não poderia ser outra senão a italiana.
              De entrada, fomos na básica pizza branca com alho e alecrim (R$ 9,00) e na porção de bruschettas al pomodoro (R$ 15,00 com 4 unidades). A pizza branca, apesar de saborosa, não apresentou crocância. As bruschettas poderiam ter vindo mais temperadas.Nada de sal, alho, azeite ou pimenta.
                A carta de vinhos é razoável.O serviço é muito atencioso.
               Como prato principal, fomos de Farfalle con Gamberetti e Zafferano ( com camarões, creme de leite e açafrão) a R$ 52,00 e  de Risoto ai Gamberetti ( com camarões) a R$ 56,00.







                O farfalle estava, inegavelmente,   muito bom : "al dente", com  ótima consistência dos camarões  e com  molho de creme de leite com açafrão bem suave. O risoto de camarão também veio à mesa "al dente" e com boa consistência dos camarões. Fiquei surpreso, no entanto, que o risoto não era só de camarão. Era de camarão com rúcula. E entendo que isso deveria ter sido mencionado no menu, para dar alternativa a quem não gosta da verdinha. Até porque,  ela não "dá um gostinho" ao risoto. Ao contrário, consegue marcar fortemente o sabor final do prato o que, particularmente, não me fez a cabeça.

Avenida Armando Lombardi, 633 loja 111- Terraço Market Street
Entrada pela Rua Gumercindo da Silva


20/07/2011

Restaurante Aprazível - Rio de Janeiro

        Localizado no bairro de Santa Teresa, com vista panorâmica para a Baía de Guanabara e para o Centro da Cidade do Rio de Janeiro, o restaurante é bastante conhecido por turistas e cariocas.


   
       
         O ambiente já faz valer a visita. A decoração é toda rústica, com mesas de madeira e objetos artesanais. O bar é de sapê. Os outros ambientes são todos em madeira e parte do telhado em piaçava. Mas os destaques ficam mesmo por conta do gazebo (para até 10 pessoas) e das duas palafitas suspensas a 6 metros de altura, com mesas de 6 e 12 lugares.
       

          Nos fins de semana, a reserva é imprescindível. Sem ela, será quase impossível conseguir uma mesa.



Outra fama do restaurante é a de servir ótimas caipirinhas, feitas com cachaça de todos os cantos do Brasil. São mais de 100 rótulos distintos. A de abacaxi com hortelã, a de lima da persia, a de manga com gengibre ou qualquer outra passa a ser pedido obrigatório (R$ 16,00 a 20,00). Para aqueles que não curtem cachaça, as de vodka também são muito boas. A fama é justificável.


      Para acompanhar, peça uma cesta de pães de queijo recheados com linguiça mineira grelhada (em torno de R$ 20,00). Uma combinação bombasticamente calórica mas inegavelmente perfeita ! O mix de pastéis  de queijo e linguiça (6 unid.) com chutney de tomate caseiro (R$ 19,00), também vale a pena conferir.
      Ou, então, como opção mais light ,experimente o palmito assado, servido na telha de bambu, com pesto de azeite, castanha de caju e ervas. (R$ 33,00).
      Os pratos principais decepcionam um pouco. A variedade e criatividade são boas mas a qualidade mediana. Optei pela "Rainha do Baião" (tilápia com baião de dois e quiabo). A tilápia poderia estar melhor temperada e o baião de dois poderia vir mais úmido.


Os destaques ficam para o <<<Marreco Aprazível (marreco grelhado com molho de ameixa e vinho branco, arroz selvagem e purê de maça) a Galinhada Caipira (arroz de frango caipira com linguiça mineira, couve, feijão e banana da terra assada,  e para o Peixe Tropical (peixe do Maranhão grelhado com molho de laranja, arroz de coco e castanha de caju e banana da terra assada). 
Os preços, no entanto, não são nada aprazíveis! Iniciam-se na faixa de R$ 50,00 e podem chegar a pouco mais de R$ 70,00, como o Peixe Tropical e o Marreco Aprazível.
         Se conseguir encarar uma sobremesa, experimente o sorvete de tapioca com calda de açaí ou o mix de doces mineiros com queijo minas.
      Ah.. e não chegue ao Aprazível faminto. E se chegar, não deixe de pedir entrada. Isso porque o serviço é quase sempre muito lento. Os garçons, algumas vezes, parecem perdidos num tiroteio. As entradas e bebidas não custam a chegar. Mas os pratos principais, na ultima vez que estive lá, demoraram cerca de 45 min. 


Restaurante Aprazível
Rua Aprazível, 62 - Santa Teresa
Tel: 21 2508-9174 * 21 2507-7334


                        

18/07/2011

Chez L'Ami Martin - Fashion Mall -Rio de Janeiro

        Ocupando o espaço deixado pelo saudoso Nao, no terceiro andar do shopping Fashion Mall, o Grupo Pax abre filial do Chez L'Ami Martin, após seis meses da inauguração da loja do Leblon (Gal Martin, 1227). O bistrot é comandado pelo chef  Pascal Jolly, ex Clube Chocolate. 
          Assim como o vizinho CT Brasserie, de Claude Troisgros, o L'Ami possui varanda voltada para o shopping. Na parte interna, o destaque fica por conta das enormes janelas que escancaram a Mata Atlântica do Parque Nacional da Tijuca.
        Como de praxe nos restaurantes,  já trazem o couvert sem prévia solicitação. Mas na conta ele aparece a R$ 16,00 por pessoa. É o mesmo oferecido pelo extinto Clube Chocolate, composto por uma cestas de pães, acompanhada de manteiga, amêndoas e uma porção de batatas fritas servidas no tradicional cone de papel. A reposição é automática. O couvert cumpre sua missão. Mas a batata frita, no entanto, não precisava ser do tipo "congelada-industrializada"!
          Experimentamos também o saboroso patê campagne, acompanhado de uma porção de torradas.

foto:andreaekiki.blogspot.com
      Como nos tradicionais bistrôs franceses, um quadro negro escrito  à mão é passado pela mesa com os pratos do dia. Como prato principal, fomos de salmão grelhado unilateralmente, numa crosta de limão siciliano, com vinagrete de limão confit (R$ 47,00), que não disse a que veio, acompanhado de arroz basmati com passas. 

     foto:andreaekiki.blogspot.com
       
       O paillard de mignon com fettuccine ao molho parmesão é apenas razoável (R$ 42,00). Um dos mais pratos mais pedidos na casa, a fraldinha assada por 3 horas no vinho, com cebolas caramelizadas, bacon e cogumelo Paris, acompanhada pelo purê da casa (R$ 58,00), no entanto, surpreendeu pelo sabor e textura perfeitos, chegando à mesa desmanchando.



            
                Chez L'Ami Martin
       Av. General San Martin, 1227 - Leblon  tel :2512-8623
   Estrada da Gávea, 899 - lj 304 -Fashion Mall 
tel:3322-2005/3322-2698





12/07/2011

Churrascaria Fogo de Chão - Rio de Janeiro

     
        Depois de muita especulação em onde se instalaria a churrascaria brasileira mais "americanizada", finalmente chega ao Rio a Fogo de Chão. Ao contrário do que se imaginava, a Barra da Tijuca foi trocada pela sede náutica do Botafogo.
        O sistema de "valet parking" funciona bem, mas quando a conta chega à mesa, você percebe a inclusão de R$ 9,00 a mais pelo serviço. Não pude ter certeza, mas pelo que parece, o estacionamento é da própria churrascaria, não justificando tal cobrança.
       Foram criados dois salões para a espera, um deles com bar, e todos regados a muita castanha de caju free. Se for possível peça à hostess uma mesa mais próxima à varanda, para que você possa desfrutar da vista para a Enseada de Botafogo, que é simplesmente incrível!! Isso porque, apesar da maioria das mesas permitir essa vista, algumas poucas ficam atrás de uma pilastra, que fecha completamente a visão da enseada. E como a Lei de Murphy está sempre por aí operando, fui sorteado com uma dessas!!!
         As guarnições que vêm à mesa são apenas razoáveis. As batatas rústicas, por exemplo, chegam sempre frias. O buffet é aquele já conhecido de outras filiais. Pouquíssima variedade. Algumas saladas, poucos queijos e só. Até aí não se poderia reclamar. Segundo os amantes da rede, o foco é a carne !! Ok! Mas então por que elas, assim como as guarnições, também chegam tão frias à mesa? Saborosas para mim inclui a temperatura ideal, o que elas não têm quando chegam à mesa. Essa crítica é dividida pela Veja Rio dessa semana, nas palavras de Fabio Codeço, que também lamenta a temperatura que as guarnições chegam à mesa. E acrescenta que " Esse detalhe vale também para os espetos."
         Mas vale a pena conferir - ainda que frios - o contra-filé argentino, o bife de ancho, a costelinha de cordeiro e o "shoulder steak".
        Não deixe o restaurante sem antes conhecer a varanda, separada do salão principal através de portas de vidros de correr. O ambiente foi todo projetado com sofás,  pufes e almofadas, para que se possa deleitar, confortavelmente, da deslumbrante vista da enseada de Botafogo. 
       foto:www.riotemporada.com.br

             O preço do rodízio fica em R$ 92,00 mais serviço, ou seja, em exatos R$ 101,20. Com refrigerante, acrescente R$ 6,60 ( já com 10%) a esse total, a cada unidade. A brincadeirinha, então, chega quase na casa dos R$ 110,00, pelo menos. 
           Se a análise for apenas acerca da comida, francamente não acho ser um bom custo-benefício. Não posso argumentar que o buffet é fraco porque, como dito, não é argumento para os amantes da rede.Mas então, sem buffet bom e sem frutos do mar, a carne apresentada deveria ser impecável para que se justificasse o preço cobrado. Mas não o é! 
             Vamos torcer para que seja só uma fase inicial de adaptação e que tais erros sejam corrigidos. Talvez a crítica da Veja Rio acelere esse processo. Porque só assim  para a  Fogo de Chão carioca ser eleita a melhor do gênero na cidade, assim como acaba de ser em São Paulo (julho 2011).

Av. Nestor Moreira, s/n - Enseada de Botafogo - tel: 2279-7117



08/07/2011

Buenos Aires - Argentina (parte 2)

4)  Onde ficar

                Buenos Aires oferece uma considerável rede hoteleira de dar inveja a muitas cidades brasileiras.   Se você é daqueles que curte hotelzão com estilo (ainda que discutível), na região de Puerto Madero você encontrará o pretensiosíssimo Faena + Universal, todo projetado pelo designer francês Philippe Starck. Mas prepare o bolso porque uma diária não lhe sairá por menos de US 400,00, na suíte mais simples.





      Seguindo a linha "centenas de dólares", ainda em Puerto Madero, o Hotel Madero  e o Hilton  também impressionam, tendo esse tarifas bem mais acessíveis. 
        Embora tenha muitos fãs, o bairro de San Telmo não me parece ser uma boa opção, embora novos hotéis o tenham escolhido para fincar sua bandeira, como o Axel. Exceto todos os domingos nos quais o bairro recebe uma feira popular de antiguidades, no melhor estilo mercado de pulgas, não ha nada que valha muito a pena você ficar por la..
        De resto, as três regiões que abrangem a  maior parte dos hotéis são a Recoleta, o Centro, e Palermo.
        Descarte, de cara, o Centro. Já ouvi muitos argumentos de que ficar no Centro facilita o acesso a pontos turísticos. No entanto, com exceção de alguns hotéis de grandes redes hoteleiras, os demais são bem antigos e a vizinhança, em todos os casos, bem estranha, principalmente à noite, não compensando o tal fácil acesso. Até porque táxi em Buenos Aires é MUITO barato! 
       Chegamos então aos dois finalistas: Recoleta e Palermo. Essa dupla é motivo de discórdia entre os  amantes de Buenos Aires quando o assunto é onde ficar. 
      Particularmente sou fã de Palermo. Primeiro porque além dos hotéis de Palermo serem quase todos do tipo boutique: pequenos, charmosos, em prédios históricos, com projetos arquitetônicos e sempre lançando mão de objetos de design e de arte, a região concentra o maior numero de restaurantes estrelados da cidade, além de dezenas de bares, facilitando o deslocamento durante o dia ou à noite mediante uma curta caminhada. E, ainda, porque só la você encontrará uma enorme diversidade de lojas de rua, que pode ir da italiana Diesel  até uma lojinha de um novo artista portenho descolado. Mas Palermo é enorme. Então prefira a região conhecida como Palermo Soho, tomando-se como referência a Plaza Cortázar (também conhecida como Plaza Serrano) e seus arredores, com maior ênfase no quadrilátero formado pelas ruas Nicaragua, Malabia, Gorriti e Uriarte. A praça, em si, desconsidere, devendo-se até mesmo evitar hoteis nessas proximidades devido ao barulho de alguns bares à noite.       
    Optando por Palermo, considere alguns hotéis na região do "quadrilátero": o Palermitano, o Soho All Suites, o Nuss, o Five Cool Rooms (o quarto menor é bem pequeno) e o The Glu, todos com diárias a partir de  US 200,00  no standard e o Legado Mitico, a partir de US 240,00.                    
         Já o  Malabia Houseo Blue Sohoo 5411 Soho (quartos espaçosos mas com box do banheiro muito estreito e com cortina de plastico irritante..) e o Ultra  possuem tarifas mais em conta, a partir de US 100 a US150 a diária/standard.                                       

Malabia House
 
5411 Soho

          A rival Recoleta, não se pode negar, além de estar numa região central, mais perto de todas as atrações, também encanta. Pode ser uma melhor opção para uma primeira visita a cidade. As fachadas dos prédios, alguns com varandas absolutamente bem projetadas, todos em ruas muito arborizadas, te deixam com uma estranha sensação de que é ali que você gostaria de morar um dia, caso se mudasse para Buenos Aires. Mas a proposta para o turista é um pouco diferente. As ruas são bem mais largas, com predominância de lojas de artigos de luxo, principalmente na Alvear e adjacências.E nao possui tantas opcoes de restaurantes e bares como em Palermo.Os hotéis já são maiores e mais sofisticados (e caros), seja o tradicional Alvear, seja  qualquer um de uma grande rede hoteleira (Hyatt, Sofitel, Four Seasons, Melia, Caesar Park).  Numa faixa intermediária de preços, considere o Loi Suites Recoleta, o Howard Johnson Boutique e os de design : Urban Suites, o Design Suites e o CE. Entre os econômicos considere o Park Plaza e o Park Chateau.                                                                                                                                                                                 
                      
                           Alvear

       $$$  Fiquem atentos porque alguns hotéis oferecem descontos de até 15% se o pagamento for feito em "effectivo", ou seja, no "cash", ou no bom português, em dinheiro vivo.Em pesos ou dólares, obviamente.         

       Outro fato que merece destaque é o numero de brasileiros que preferem alugar apartamentos a se hospedarem em hotéis. E o melhor: você poderá pagar uma ninharia por eles. Algumas agências intermediam o aluguel tais como:
http://www.bytargentina.comhttp://www.desigbuenosaires.com,http://www.temporaryapartments.com.ar e http://www.roomargentina.com/. Tem também o http://www.airbnb.com/ A transação é toda feita com cartão de crédito, a caução é apenas uma pre-autorização no próprio cartão e muitas vezes a negociação é feita diretamente com o proprietário.
      Para apartamentos mais luxuosos e de design, entre no http://www.tgc-inn.com  e no http://www.apartmentsba.com.
           Desse ultimo, já  pude utilizar seus serviços e recomendo 100%. Serviço de primeira, com direito a concierge, serviço de transfer (cobrado a parte) e tudo mais... Todos os apartamentos modernos, com internet wi-fi. e com celular local disponibilizado. O unico inconveniente é que os funcionarios, em sua maioria, so falam ingles ou espanhol.

05/07/2011

Buenos Aires - Argentina (parte 1)

             1) As melhores épocas do ano

         Definitivamente fuja da idéia de conhecer Buenos Aires no verão! Além do calor, a umidade do ar também é altíssima. Todas as pessoas que conheço que não curtiram Buenos Aires foram para lá justamente nessa época do ano. Ir no inverno pode também não ser uma boa idéia, uma vez que passeios ao ar livre ou simplesmente caminhar pelas ruas pode se tornar uma experiência incômoda, devido a temperaturas mínimas em torno de 0 C
        Assim sendo, parece que o outono e a primavera permitem tanto passeios ao ar livre como desfrutar de todo o charme que a "Paris das Américas" oferece com temperaturas mais amenas.
         Mas nunca se esqueça de levar seu casaco independentemente da época do ano que escolha. 

            2) Vôo e aeroportos

       Dê preferência sempre a vôos diretos para Buenos Aires.A maioria das grandes capitais já os oferecem.Escalas e conexões podem transformar sua viagem num pesadelo, principalmente em feriados ou férias - falando por experiência própria. Outro detalhe importante é que recentemente foi aberto a vôos internacionais o antigo aeroporto doméstico da cidade, o Aeroporto Jorge Newbery (Aeroparque).O internacional é o Ministro Pistarini, mais conhecido, simplesmente, como Ezeiza. As companhias aéreas brasileiras operam vôos para ambos aeroportos. Então qual escolher? O Ezeiza leva vantagem na "infra" para a chegada dos turistas. O Aeroparque, por sua vez, fica em Palermo, gerando corridas bem mais baratas e rápidas para o seu hotel.
        Uma notícia não muito boa para os clientes da TAM: a empresa acaba de anunciar uma alteração em seu programa fidelidade, alterando o resgate de 10.000 para 15.000 pontos, por trecho, para países na América do Sul. Em compensação, vem disponibilizando de vez em quando varias promoções a 6000/8000/10000 pontos o trecho.
      

              3) A Chegada 


             Somente no Ezeiza há uma agência do Banco de La Nacion, onde se tem o melhor câmbio para os reais x pesos. Ignore todas as outras casas de câmbio do aeroporto. Mas fique atento ao horário de chegada do vôo porque, apesar de alguns sites informarem que o Banco permanece aberto 24h, na ultima viagem à cidade presenciei o banco fechado às 23h. Para entrar na agencia voce precisara sair da area de desembarque e virar a direita.O esquema do táxi também é mais organizado, com corridas fixas a 150 pesos a ida e 110 a volta (jun/2011) e agendando previamente e entregando um cupom que você recebe na ida) É só procurar pelo guichê do "Transfer Express".Chegando pelo Aeroparque você certamente pagará muito menos de táxi mas o câmbio não terá a mesma sorte porque no Aeroparque não há agência do Banco de La Nacion. Acho que a melhor opção, nesse caso, é trocar uns pesos no Brasil para não chegar zerado e depois procurar sacar pesos em caixa automático que, mesmo com IOF e outras taxas, ainda é melhor do que trocar nas casas de câmbio da cidade. Mas saque o mínimo para táxi e coisas pequenas. Para o restante, use seu cartão de crédito, porque a cotação é bem melhor.


* Tendo em vista a alta inflação de preços na Argentina, os preços divulgados rapidamente se tornam defasados.